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18 mil pessoas assistem abertura do Congresso Brasileiro dos Corretores
Postado em 25/11/2011
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 Fonte: CQCS 

Cerca de 18 mil pessoas assistiram a solenidade de abertura do XVII Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros, nesta quarta-feira. Desse total, cerca de 3,8 mil profissionais do mercado estavam na plateia no Centro de Convenções Ulisses Guimarães, de Brasília. As demais viram pela Internet. “Estamos transmitindo esse evento pela Internet e 13.875 pessoas estão assistindo a solenidade neste momento”, afirmou o presidente da Fenacor, Armando Vergilio dos Santos Junior. 

A solenidade contou com as presenças do governador de Goiás, Marconi Perillo; do presidente da Câmara, deputado Marco Maia; e de vários outros parlamentares, além do superintendente da Susep, Luciano Portal Santanna; e dos presidentes da CNSeg, Jorge Hilário Gouvêa; e da Escola Nacional de Seguros, Robert Bittar. 

No discurso com forte tom político, Armando Vergilio afirmou que vê um futuro muito promissor, desde que “saibamos remover os gargalos que ameaçam fechar essa magnífica janela de oportunidade que temos pela frente”.

Segundo ele, é preciso ficar atento, por exemplo, à discussão no Executivo, no Legislativo e nos órgãos reguladores de muitos assuntos de grande interesse para corretores, o mercado como um todo e os consumidores. 

Armando Vergilio acentuou que alguns desses assuntos contrariam interesses daqueles que aproveitam as brechas da legislação ou a ausência de fiscalização para aumentar os seus lucros. “O exemplo mais claro disso é a autorregulação. Já disse algumas vezes e volto a repetir: só existem dois tipos de pessoas que são contra a autorregulação. O primeiro é aquele que simplesmente não conhece essa ferramenta. 

O outro é o bandido, o sujeito que não quer mudanças no quadro atual, porque está tudo muito bom para ele e para os seus negócios, muito embora não se possa dizer o mesmo dos incautos que formam a sua clientela”, observou. 

O presidente da Fenacor criticou o Governo por não agir visando a tornar ainda mais promissor o cenário favorável para o mercado de seguros. “Vimos, há muito tempo, advertindo as autoridades a respeito das possíveis conseqüências, para toda a sociedade, desse descaso. No entanto, o alerta ainda não foi ouvido. Não há de nossa parte qualquer pretensão de defendermos privilégios. 

Clamamos, sim, por Justiça. O mercado de seguros tem muito a oferecer em contrapartida”, destacou. 

Para ele, é preciso, por exemplo, rever a absurda carga tributária que sangra o faturamento das empresas, impedindo novos investimentos na geração de empregos, na capacitação profissional e na adoção de tecnologias mais avançadas. 

Nesse contexto, Armando Vergilio citou o corretor de seguros como um dos mais afetados pela “descabida e insaciável política tributária” que vem sendo posta em prática no Brasil. O presidente da Fenacor lembrou ainda que, proporcionalmente, a categoria paga de impostos quase tanto quanto as grandes instituições financeiras, embora muitas empresas corretoras de seguros sejam de pequeno porte, heroicamente mantidas pelos seus sócios. 
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